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O que saber sobre Daniele De Rossi

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Contrato€1,00M líquidos/ano

Contrato e salário no Genoa

Na época 2026/27, Daniele De Rossi aufere um salário líquido estimado em €1,00M por ano no Genoa válido até 2027.

Carreira88 jogos

Jogos como treinador e média de pontos

Daniele De Rossi soma 88 jogos oficiais como treinador principal na carreira, com média de 1,30 pontos por jogo.

Clube e seleção

Carreira e estatísticas de Daniele De Rossi

88jogos como treinador
3clubes treinados
hoje

Genoa CFC

2025 – hoje
41Jogos
1,32Pontos por jogo

AS Roma

2024 – 2024
30Jogos
1,7Pontos por jogo

SPAL

2022 – 2023
17Jogos
0,88Pontos por jogo
Carreira
44golos em clubes
464jogos em clubes
2clubes
21golos pela seleção
C

Club Atlético Boca Juniors

2019 – 2020
5Jogos
1Golos
0,2 golos por jogo
A

Associazione Sportiva Roma

2001 – 2019
459Jogos
43Golos
0,09 golos por jogo
S
Seleção Italiana de Futebol2004 – 2017
117Jogos
21Golos
Perguntas frequentes

Perguntas frequentes sobre Daniele De Rossi

FootNews
FAQ88 panchine

Que equipas treinou Daniele De Rossi na sua carreira?

Daniele De Rossi é atualmente o treinador do Genoa e orientou 3 equipas na carreira (Genoa CFC, AS Roma, SPAL), somando 88 jogos oficiais no banco.

FAQ184 cm

Qual é a altura de Daniele De Rossi, o seu pé preferido e o número da camisola?

Daniele De Rossi mede 184 cm de altura. Atua na posição de allenatore.

FAQ43 anni

Quantos anos tem Daniele De Rossi, quando nasceu e qual é a sua origem?

Daniele De Rossi tem 43 anos (nasceu a 24 de julho de 1983 em Roma). A sua nacionalidade é Italia.

FAQ1 M€ netti

Quanto ganha Daniele De Rossi? Salário líquido, bruto e validade do contrato

Na época 2026/27 no Genoa, Daniele De Rossi aufere um salário anual estimado em 1 milhões de euros líquidos (1,9 milhões de euros brutos por ano), segundo o consenso de 3 fontes especializadas. O seu contrato atual é válido até 30 de junho de 2027.

FAQ2 titoli

Que troféus e títulos conquistou Daniele De Rossi na carreira (palmarés)?

Ao longo da sua carreira, Daniele De Rossi conquistou: Cavaleiro da Ordem do Mérito da República Italiana (2004), Officer of the Order of Merit of the Italian Republic (2006).

Do artigo da Wikipédia

A história de Daniele De Rossi

Daniele De Rossi (Roma, 24 de julho de 1983) é um treinador e ex-futebolista italiano que atuava como volante. Comanda o Genoa.

Ídolo histórico da Roma quando jogador, disputou sua primeira partida pelo clube no dia 10 de outubro de 2001, inicialmente atuando como um meia ofensivo. Ao longo dos anos foi recuando seu posicionamento em campo, até firmar-se como volante e assumir a titularidade absoluta na equipe. Apesar de não ter levantado grandes troféus pelo clube romano, conquistou a Copa da Itália duas vezes, em 2007 e 2008, e a Supercopa da Itália em 2007. Herdou a braçadeira de capitão da Roma no início da temporada 2017–18, após a aposentadoria de Francesco Totti. Ao final da temporada 2018–19, De Rossi deixou a equipe depois de incríveis 18 temporadas. Com 616 partidas realizadas pelos Giallorossi, é o segundo jogador que mais vezes entrou em campo pelo clube, atrás apenas de Totti.

Pelas categorias de base da Itália, De Rossi venceu a Euro Sub-21 de 2004 e conquistou no mesmo ano a medalha de bronze com a Seleção Olímpica em Atenas. Já pela Seleção Italiana principal, foi titular e sagrou-se campeão do mundo em 2006, além de vice-campeão europeu em 2012. Por conta do bom desempenho em 2006, foi nomeado o melhor jovem jogador italiano pela Associação Italiana de Jogadores (AIC). Já em 2009, foi eleito o melhor jogador italiano e ainda apareceu na oitava posição dentre os melhores meias do mundo, segundo o jornal L'Équipe.

Roma

De Rossi with Roma in 2008Foto de https://www.flickr.com/photos/johnsworld/ · CC BY-SA 2.0

No final de 2007, Daniele De Rossi respondeu às especulações que o ligavam a outros clubes do futebol internacional. Natural de Roma, o jogador é reconhecido pela sua trajetória na equipa, forte personalidade e empenho em campo, fatores que o tornaram uma figura de destaque no clube.

Atacante da amadora Ostia Mare, aos catorze anos foi levado para a Roma por seu pai, Alberto De Rossi, técnico dos allievi — a categoria Sub-16 no futebol da Itália. Ocasião perfeita para pipocarem os boatos de nepotismo, que não demoraram a sumir. Quatro anos depois, o agora volante já tinha quatro jogos e dois gols pelo time principal, algo surpreendente para um jogador da idade no cenário italiano. Os gols, aliás, têm marcado sua carreira. Logo na estreia pela squadra azzurra, nas Eliminatórias para a Copa do Mundo FIFA de 2006, De Rossi precisou de apenas quatro minutos para decretar a vitória do time contra a Noruega.

Na temporada 2003–04, De Rossi já era figura comum na Roma, com apenas dezenove anos. Sob a batuta de Fabio Capello, começou a jogar mais recuado até ganhar mais confiança para assumir de vez o meio-campo giallorosso no ano seguinte. E foi essencial substituindo Emerson, para ajudar o time a se livrar do rebaixamento nos meses traumáticos que se seguiram à saída do técnico para a Juventus. Se não conseguiu se firmar com Rudi Völler nas primeiras rodadas, logo agarrou as oportunidades com Luigi Delneri até se transformar em homem de confiança de Bruno Conti, na espinhosa reta final que atingiu a salvezza com apenas três pontos de distância.

Com a chegada de Luciano Spalletti, no verão de 2005, De Rossi escolheu a camisa 16 que usou até 2019 e se efetivou como titular absoluto, responsável direto pela marcação no 4-1-4-1 do técnico toscano (que posteriormente viraria um 4-2-3-1 com o recuo de um entre David Pizarro e Alberto Aquilani). Liderança efetiva dentro do elenco, usou a faixa de capitão pela primeira vez contra o Middlesbrough, em março de 2006, pela Copa da UEFA. Na partida seguinte, o romanista foi centro das atenções em todo o mundo por marcar um gol de cabeça contra o Messina depois de ajeitar a bola no braço. O gol foi validado pelo árbitro Mauro Bergonzi, mas o próprio De Rossi pediu a anulação e venceu o prêmio fair play da UEFA naquele ano. Para coroar aquela temporada, foi ele quem guiou o time na sequência de onze vitórias seguidas na Serie A, recorde que a Internazionale bateria dois anos depois. Nestas partidas, o capitão Francesco Totti esteve fora de seis. Não à toa, foi escolhido o melhor jogador jovem da competição.

Ainda pela Roma, De Rossi provou sua inteligência tática e domínio da leitura do jogo ano após ano, à medida que a carreira de Totti vai chegando a seu fim. Em Roma, o capitão exerce sempre uma influência notável e a faixa já tem dono depois que a camisa 10 deixar o futebol: um feito marcante, já que a última vez que um romano a herdou de um conterrâneo foi em 1934, quando Attilio Ferraris a transmitiu para Fulvio Bernardini. Nos últimos anos, De Rossi ganhou uma aura tão impenetrável na Cidade Eterna que a torcida praticamente relevou o pênalti isolado por ele nas quartas de final da Liga dos Campeões da UEFA, contra o Manchester United. Naquele abril de 2008, os Red Devils venceriam por 1–0, placar exato para eliminar a Roma pela segunda vez seguida, no "pior episódio da minha carreira", segundo o próprio jogador. Ao fim da temporada, o consolo foi a conquista da Copa da Itália — a sua segunda —, que somou-se a uma Supercopa da Itália conquistada em 2007 diante da Inter pelo placar mínimo, com gol seu de penalidade máxima.

Spalletti durou até as rodadas iniciais da Serie A, quando Claudio Ranieri assumiu o clube. Ao lado do também treinador romano, De Rossi fez uma de suas melhores temporadas na carreira. Foram 11 gols em 49 partidas — números generosos para um volante —, além de inúmeras assistências. O reconhecimento veio com o prêmio de melhor jogador italiano de 2009 pela Associação Italiana de Jogadores (AIC). Ranieri caiu em 2011 e Vincenzo Montella assumiu interinamente até dar lugar a Luis Enrique, com quem não conseguiu muita continuidade. De Rossi somou apenas 32 partidas e quatro gols marcados.

A temporada 2012–13, a nível de clube, foi outra aquém. Primeiramente sob o comando de Zdeněk Zeman e, após a demissão do boêmio, às ordens de Aurelio Andreazzoli, De Rossi, que já não vinha regular, só decaiu mais. Jogando pouco, o volante fez provavelmente a pior temporada desde que virou titular absoluto da Roma: 29 jogos, nenhum gol e técnica escassa. Já na temporada 2013–14, Rudi Garcia trouxe à Roma e a De Rossi novos ares. Com o treinador francês, clube e jogador romanos voltaram a fazer uma grande temporada. De Rossi figurou de novo como pilar do time — atuando em 36 partidas e marcando um gol — e os giallorossi chegaram em segundo na Serie A, garantindo vaga na próxima Liga dos Campeões.

No dia 14 de maio de 2019, o volante anunciou a sua saída da Roma após 18 anos.

Texto e imagens da Wikipédia, licença CC BY-SA 4.0 · 27/09/2026 · O artigo na Wikipédia

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